Libertação em Israel: uma jornada de fé, gratidão e apelo global pela liberdade
Chicago, Illinois, Estados Unidos – 19 de janeiro de 2025
Em uma jornada marcada pela esperança, a libertação das três primeiras mulheres reféns em Israel gerou um impacto que transcendeu o plano geopolítico, despertando uma profunda resposta emocional e espiritual em comunidades que têm acompanhado de perto o desenvolvimento do conflito.
A confirmação de que a Cruz Vermelha assumiu a custódia das primeiras libertadas foi recebida com alívio e gratidão. Nesse contexto, o Dr. José Benjamín Pérez Matos expressou o sentimento daqueles que acompanharam esses acontecimentos por meio da oração e do monitoramento constante:
«Sentimos essa alegria dos familiares, e a sentimos como se fosse da nossa própria família».
Além dos aspectos diplomáticos e operacionais, a mensagem enfatizou a dimensão espiritual do processo. Segundo o que foi expresso, este avanço é interpretado como uma resposta a um clamor sustentado no tempo:
«O Deus de Israel, que é também o nosso Deus, respondeu às nossas petições em favor dos sequestrados. Hoje começa essa etapa de libertação pactuada e agradecemos ao Eterno por escutar o nosso clamor».
O Dr. José Benjamín Pérez Matos reafirmou, além disso, o compromisso de acompanhamento contínuo ao povo de Israel, destacando a proximidade emocional com as famílias afetadas e a esperança de que os demais cativos possam regressar em condições semelhantes: «Sentimos essa alegria dos familiares, e também nos regozijamos de que estas mulheres estejam livres e vivas. Esperamos que os demais [que ainda permanecem em cativeiro] estejam também vivos».
No decorrer da jornada, também foram evocadas expressões anteriores que refletem a persistência do pedido pela libertação dos reféns. Nesse sentido, o Dr. José Benjamín Pérez Matos recordou suas palavras ditas a uma deputada: «Que sejam libertados!».
A mensagem não se limitou ao cenário do Oriente Médio. Em um movimento de atenção voltado à América Latina, o Dr. José Benjamín Pérez Matos conectou seu apelo à situação na Venezuela, incorporando uma dimensão regional ao pronunciamento:
«Estejam orando também pela Venezuela, por esse povo a quem amamos e desejamos que seja livre também. Declaramos a liberdade para a Venezuela!». Finalmente, reforçou-se a necessidade de uma resposta concreta por parte da comunidade internacional:
«Que Deus opere e os Governos se movam; que não seja apenas uma fachada, mas que atuem: que se movam em favor da Venezuela, e seja libertado esse povo venezuelano!». A jornada concluiu-se com uma visão de unidade que integra fé, solidariedade e ação, vinculando em um mesmo horizonte a paz em Israel e a aspiração de liberdade em outras regiões do mundo. A mensagem reafirma uma linha de acompanhamento constante, onde a dimensão espiritual e a leitura dos acontecimentos internacionais convergem em uma mesma narrativa.